quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

2010


Não sou nada boa a fazer balanços mas não podia deixar de passar por aqui nas ultimas horas de 2009.

Foi um ano bom com coisas muito más, mas isto de viver será sempre agridoce.

A todos os que por mim passaram e seguiram deixo um sorriso, e uma certeza que aprendi imenso, nem que seja a não cometer os mesmo erros. As feridas estão saradas e eu estou curada delas...

Aos que permanecem, só posso desejar que permaneçam, que nos riamos muito e que nos façamos muito felizes é que isto ainda agora começou.


Brindemos a 2010 que está quase aí. Ah e um beijo nessas bochechas.



:)


Pearl


domingo, 20 de dezembro de 2009

Natal :)


Podia estar aqui com uma lista de blás blás sobre o Natal, mas todos sabemos que o significado do Natal está perdido algures entre o consumismo e o dever social (eu incluída) . Debaixo da minha árvore estão dezenas de presentes (literalmente). Eu só ofereço a quem gosto, e só recebo de quem gosto também, tenho essa regra que me alivia a culpa de gastar tanto dinheiro nesta época.

Aos "meus" leitores, os que comentam, e os que ficam na sombra.

Os que gostam e os detestam.


Eu desejo um feliz Natal, cheio de saúde, comidinha e muitos mimos. E já agora bem quentinhos que o tempo entrou mesmo no espírito natalício.


Beijo em cada um de vôs.
Pearl

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Foda-se


Foda-se que mau que é começar uma publicação com tal vernáculo mas não me ocorre mais nada, a não ser foda-se mil vezes foda-se. Ainda me conseguem surpreender, estou fora de forma porque o meu olho tudo vê mas claramente encontra-se fundido. Viu, sim viu mas com tempos de atraso, tempos em que estive em desconforto mas em ingenuidade logo protegida.
E lá me vem aos lábios o meu foda-se, não sei se ria se chore, se corra se pare, se viva se morra...
Mas de facto tudo se conjuga não em tempos verbais mas substantivos comuns que teimo que se mexam no presente.Que falem no presente. Eu não julgo, eu não dou sentenças mas não será o pior cego aquele que não quer ver? E quem sou eu nesta frase? o cego ou aquele que não quer ver. O que sou eu nesta história? Nada me preparou para isto, nada. (Sorrisos) porque me sinto em estado de surpresa(s).
Foda-se se eu não fosse assim estas merdas não me aconteciam, culpo a minha personalidade num tempo em que tento a todo o custo ser leal a mim mesma. E cala-se a ironia, e cala-se a capacidade de destruir.
Vou contar um caso duma amiga que penso que ilustra bem este meu xurrilho de frases sem sentido.
No Natal ela ofereceu-lhe um casaco da Maximo Dutti, um dia, dois meses mais tarde ele ia com outra com o casaco vestido.
Se não fosse trágico seria irónico, e se não fosse irónico seria patético...foda-se.
Comigo não foi um casaco não.... nada material foi algo mais precioso, de valor inestimável.
Pearl
i need to heal myself





quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Sono


schhhhh...silencio.

ah e já agora um bom sonho que ando a precisar... de sonhar.

Pearl



domingo, 6 de dezembro de 2009

Lua Nova


Onde haja um vampiro ou um lobisomem eu estou lá, confesso-me uma fã da temática. Por isso lá fui eu ver o filme do momento. Bem mais adulto que o primeiro mas ainda a transpirar a teen. Seja como for gostei e valeu a pena esperar, se gostam do género é obrigatório.
Pearl

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Lividez quebrada


Quebro-te a lividez no primeiro olhar, esperançada de incendiar-te no primeiro toque.
É assim que te quero faminta, de tudo o que não te dei ainda.
Balbucio-te frases curtas, sangradas de todos os tempos que nos separam.
És frio e quente, doce e amargo eu sei, sei porque já senti...
És tão perfeita no percurso dos botões da tua camisa, descubro-te a pele branca que adoro, descubro o cheiro do teu perfume que tantas vezes imaginei, lambo-te os ombros depois de te afogar em beijos de saudade, és minha, docemente minha e estás feliz. Quero que perdure o momento.
Todas as nossas músicas tocam nas nossas mentes, embalando-nos para fora desta realidade tão contraditória, és mesmo tu, sou mesmo eu: somos mesmo nós que escrevemos a página dum livro que se queria fechado e esquecido. Mas que permanece em cima da mesa de cabeceira. As minhas lutas passam por não olhar para ele, mas ele abre-se diante dos meus olhos e já não consigo desviar o meu olhar dele. Retomo a tua pele, desço...beijo-te a barriga estendendo um dedo aos teus lábios que o molham, sinto o vibrar do corpo nas minhas mãos...
Nada nos quebra agora, porque unicamente só emana de nós a concretização dos mais secretos desejos, dos objectivos tão timidamente traçados.




(o tempo no meu caso nada fez às minhas verdades)
Pearl