Partilhar a liberdade do momento.
Deixar que o teu momento flua na pele que já conheces mas desejas desvendar.
Assegurar-te que no fundo da tua alma não existe salvação.
Só as horas que partilhamos.
E que essas são as mais raras que te serão concedidas.
Eu queria dar-te mais que liberdade.
Mas na verdade esta é a minha derradeira oferenda ao teu sacrifício.
Poderia dar-te mais uma promessa de eternidade mas,
a minha tendência permanece imutável.
Planeio que percebas que ser-se livre é a raridade do mundo moderno.
E deves sentir a alforria no teu coração e não nas mãos.
Terás que abrir as asas e deixar-te ir... se voltares eu estarei aqui
como sempre
como nunca.
A paz do teu silencio é o balsamo que precisas
para que entendas que te dou o mundo, quando te beijo e
quando te tranco dentro de ti mesmo apenas te exponho aos teus olhos.
Gosto que te vejas com olhos de ler...
Não vaciles o teu passo,
e não tremas a tua voz.
Acredita em mim quando te digo:
És Livre.
Sempre que me escorregas pelas mãos,
pelas ruas
pelas vidas.
Eu escolhi libertar-te
para que nunca te esqueças da minha morada.
O lugar onde não pertences
mas és Feliz.
Pearl


4 comentários:
Boa noite
Retribuindo.. Maravilhoso poema. Parabens
Beijo
Bom fim de semana.
http://coisasdeumavida172.blogspot.pt/
A liberdade é um valor maior...mas o amor é mais que isso...
Beijos
Só a liberdade tem o poder de trazer tudo ao seu devido lugar!
Libertar para amar de asas abertas. :)
Bom fim de semana, Pearl!
Kiss
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