sábado, 14 de dezembro de 2013

Despertar (ou não).




Desde de quanto eu deixei de ser a tua fatalidade,
a tua morte num beco quente?
Desde quando deixaste de ter pesadelos comigo?
Ou será que de alguma forma te recuperaste da minha permanência e és livre.
 
 
Se tens a doce e leve sensação de liberdade
é apenas isso uma sensação e eu faço-te cair na ultima oportunidade que te roubar.
 
 
Sempre que limpas a testa,
que sussurras o meu nome em soluços de agonia
eu não te darei a morte que tanto me pedes.
 
Não preciso dizer-te o que sou
o que tenho e onde morro sempre que me alcanças.
 
Meu poema alvoraçado
todo tu serás asas
na prisão que construíres para pousares.
 
Não almejes a distancia que achas que ganhas.
Eu morro e ressuscito
de todas as vezes que acordares... (em mim).
 
 
 
 
 
 
 
Pearl

8 comentários:

JP disse...

"todo tu serás asas
na prisão que construíres para pousares." Lindo Pearl...

Beijinho

Autumn&Spring disse...

Ressuscita para viveres o que mereces!

-___-


beijo

Sol Negro disse...

vive-te!


beijo

Imprópriaparaconsumo disse...

Gosto deste teu despertar :)))

Anónimo disse...

Bom.

Isa Lisboa disse...

Fatalmente...despertamos...

Venho deixar os meus desejos de Boas Festas! :)
Beijo

1manview disse...

Saudações, de alguma forma eu continuo a perder o controle de você, agora eu encontrei você novamente.

Desejo a vocês um feliz feriado ....

paz e amor
1Manview

► JOTA ENE ◄ disse...

Bom ano, amiga!
Beijos!