terça-feira, 13 de agosto de 2013

The Journey (of our lives).





...é como se me esquecesse de tudo e,
 eu já não existo a não ser na tua boca.
No entanto permanecesses afastado de mim como...
sim, como a lua do mar, e não é o céu que nos separa.
Ou a vontade de não sermos o destinado.
 
Eu queria a prenda que guardas para mim há décadas.
Eu sei-te faminto e sequioso a morrer duma inanição consentida.
Porque me escolheste para pagar os teus pecados quando eu não passo duma Inocente?
Porque não me deixas dar-te a redenção da Morte que tanto esperamos?
 
 
Pede ao Anjo que se cale que eu quero gritar-te o meu nome!
Quero que o decores para que o respondas quando te perguntarem onde pertences.
És absolutamente meu, em matéria e espirito e nós já escrevemos as mil linhas desta história.
 
O resto da história vive nas melodias que ouvimos
das misérias que vivemos
e nas mortes que não ejaculamos!
 
 
 
 
 
Pearl.

2 comentários:

Luna disse...

E assim se reabrem possibilidades de redenção
o pecado nem sequer mora ao lado, é apenas uma conjectura de quem nunca ousou

sim, e o que interessa o resto da história?

Quando nos pertencemos assim, o resto são mesmo histórias :-D

Bj.º

Luis Bento disse...

Há muito tempo que não andava por estas benadas, nem por banda nenhuma...Fez-me bem revisitar as tuas palvars e fruir da intensidade deste texto...