terça-feira, 14 de maio de 2013

Arte

(Pearl by Pearl)
 
 
 
 
 
Eu sou o barro mas, também sou o sangue.
Eu sou obra do meu sonho.
A visão do artista
e a vontade avassaladora de me tornar Arte.
(Contudo)
 a arte de nada vale se não for
vista,
desejada
e
possuída!
 
 
 
 
 
 
 
Pearl
 

quinta-feira, 2 de maio de 2013

The Black Crow with the Sad Girl







Há "coisas" que duram apenas por existirem.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Pearl







sábado, 20 de abril de 2013

Through Your Eyes...

 
(Pearl by Pearl)
 
 
 
 
 
 
... I 'll be beautiful forever!
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Pearl



quarta-feira, 17 de abril de 2013

(não) Aviso





É quando nada faz sentido que tudo se arruma.
 
O velho e bom caos organizado.
Se te pudesse avisar diria-te:
"Cuidado com os escritores, quando deres conta tens a tua cabeça debaixo do braço dela!
E o teu sangue foi o veneno que ela usou para matar tudo o que conheces até ao dia em que a viste.
Porque quando a viste, morreste para o mundo, renascendo no dela."
 
Mas não avisarei, até porque avisos destes surtem o efeito contrário.
Se pudesse segredar-te ao ouvido diria-te
 
"Ela é a predadora da tua vida, o cavalo alado que de tão rebelde nunca foi verdadeiramente domado.
Podes tentar a tua sorte, mas só terás sorte se ela de facto fizer de ti o Escolhido."
 
Dir-te-ia "ela quando parte, parte sem olhar para trás, ela já sobreviveu ás piores ressacas e no rosto dela não verás uma linha de sofrimento, dor ou lamento".
 
Sabes que a porta que ela te abriu, abre-se uma vez na existência insignificantemente humana. Ela é a Incomum. A absolutamente bela e venenosa que nunca mais te sairá do sangue. Um dia dela para sempre Dela. Ficarás marcado porque ela é a inesquécivel. O teu grande e único amor. Porque só poderás experimentar o amor nas suas mãos. São perfeitas não são?!
 
Não conheces o gelo pálido do seu rosto desiludido, nunca lhe alimentes os monstros que a comem todos os dias mais um pouco. Por vezes são só ela e eles. E eles são como ela. Tenebrosamente faceis de alimentar.
 
Se eu pudesse avisar-te dir-te-ia:
"Corre o  mais que possas porque vais ter que o fazer.
Prende-lhe o pulso e segura a sua boca junto à tua.
Sempre, sempre e em todas a vezes ser-te-à concedido a luz de todo o teu sonho que esteve ai guardado! À espera Dela!" Logo é para Ela.
 
 
 
E lembro-te mais uma vez:

É quando nada faz sentido que tudo se arruma.




Pearl

domingo, 14 de abril de 2013

Shadow






A questão é: Porque é que me calha sempre o lugar da Sombra?
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Pearl

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Believes




 
 
"A razão do teu sucesso é essa, Acreditar e fazer..."
 
 
 
 
My Mentor
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Pearl

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Dreamless Love




He loves Her.
She is his dream.
And his nightmare.
In his sleepless nights
she dances on his soul.
And keep the monsters away.
 
 
He loves her.
 
 
 
And he will forever.
Not for this
or
for that.
He just does.
 
 
 
 
Pearl

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Rock

(Pearl by Pearl)



Não é a vocês (os outros) que tenho que dizer que Eu sou uma Rocha!
Eu sou uma rocha esculpida com as minhas próprias mãos.
O que acontece, é que eu sei chorar e lutar ao mesmo tempo.
O que acontece, é que eu bebo mais suor que qualquer um de vós.
E o meu sangue é tolerante à dor da "ultima vez".
E sabem uma coisa? Não existe a "ultima vez", porque é nessa mesma vez que tudo (re)começa.
E quando tu sucumbires, eu dançarei três danças à volta do teu cadáver.
Não é o estarmos vivos que nos garante a vida.
Tudo o que tens de teu é o que fizeres de ti.
Uns fazem-no,
outros não
mas, apenas alguns
com excelência o farão..
 
 
É  a diferença entre  pedras e  rochas!
Entre o comum e o extraordinário.
E eu Sou uma Rocha Extraordinária.






Pearl





sexta-feira, 29 de março de 2013

A Questão.




Se eu olhar-te pelo canto do olho
tocar-te com a ponta dos dedos
e cheirar-te o sabor... tu permaneces enfeitiçado?
 
Se eu ainda mesmo assim depois de te prender
tu te sentires solto
posso apertar mais o laço?
Será que aguentas a  velocidade da corrida?
 
Será que não sucumbes a meio do percurso?
A meio do futuro?
 
Saberás que a porta que abres é o portal do inferno?
Eu não sou porteira mas A Dona.
 
Cuidado com o pulso da minha mão!
Existe o perigo de sufocar-te na primeira tentativa.
 
Será que se eu acender a luz
tu perdes o medo do escuro que tens vivido?
Será que se eu te tirar do teu habitat natural tu sobrevives?
A noites sem dormir e dias sem comer?
A cortes de alma no chão e salivas perfumadas.
 
 
Tudo questões que terão uma resposta
se ousares responder-me.
É que eu sou Eu.
(e) Eu não caminho em limbos,
não bebo mornos
e nem uso médios.
 
 
 
Gelo ou Fogo!
 
Se não morreres gelado prometo que te mato na fogueira que tu mesmo acendeste.








Pearl






 

terça-feira, 19 de março de 2013

Bloodless Veins



 
Outros tempos
sem voz, cheiro ou pele.
O tempo do fantasma.
Que parece que foi ontem, sendo.
Que parece que não se foi, indo.

Outros tempos
de luz sol e aceitação.
Onde a hesitação não morava
e o mundo não se movia.
Deixei que se fosse para poder eu ir também.


Outros tempos
onde fui sendo  mais.
Crescendo em todas a direcções,
almejei o inalcansavél.
Eu queria sabendo que não teria.
Eu teria se não fosse o medo da orgia (de emoções)


Noutros tempos
eu voaria até ao meu fantasma
e desejaria a sua morte para mim
uma e outra vez,
até que finalmente o ressuscitasse.
Até que se tornasse vivo outra vez.
Ele queria viver, tenho a certeza.


Hoje eu posso dizer olhando para trás
que quis dois mundos na minha mão.
Que naquele tempo a minha espada estava cheia de fé na glória.
E, que me perdi na vida sem a sua presença motriz.

Ao tempo que já não retorna
eu desejo que a lembrança me lembre que um dia
fui de facto não um fantasma
mas, a sua história viva
que o levará através do tempo ainda por viver.


A minha espada ficou nesse mesmo tempo
onde os sorrisos foram desejados apesar das derrotas.
Onde eu mais uma vez fui a soberana
sem conseguir reclamar o meu trono.
 
E hoje nas suas veias onde eu já fui veneno.
Nada escorre
e
tudo
morre.





Pearl



sábado, 16 de março de 2013

(im a) Queen




 
 
Without a Throne.
 
 
 
(...)
 
 
 
 
 
 
 
 
Pearl

sexta-feira, 8 de março de 2013

Go on (carry on)!


(Pearl by Pearl)




Mesmo que se morra, o importante é não parar. Seguir mais forte do que nunca e sem medo das consequências. Quando tudo muda, muda-se também. Não é melhor nem pior, apenas diferente.
E neste caso o "diferente" agrada-me e valida-me.
 
 
 
 
 
 
 
 
Pearl
 
 
 
 
 
 

domingo, 3 de março de 2013

Página




 
Debaixo da minha pele
verte o sangue quente sem cheirar a restos de inquietude.
A liberdade que me foi dada ao libertar-me de laços fantasma,
confere-me a nova perspectiva duma nova era.
Sou capaz de amputar pela raiz e deixar morrer as raízes.
Sem hesitar, sem pestanejar tão pouco.
E replantar-me de novo.
Reinventar-me de novo.
Todas vezes e, esperando ser sempre a ultima.
Se tiver que dançar com o diabo
beber do seu veneno.
Se tiver que voar até ao meu desejo é,
o que farei.
Mas com as minhas asas.
Com a minha atitude de guerreira.
Essa é a diferença dos que têem e os que querem ter.
Dos que julgam que são
e os que são realmente.
Sempre que olho para mim
vejo-me a reconstruir
a, renascer do nada.
E sempre que olho no fundo dos meus olhos
sou eu que estou lá.
Sempre que eu for perdida
não fui eu que perdi.
Sempre que eu for amada
seremos ambos a ganhar.
Sempre que eu for A desejada,
seremos sempre uma página
na história da tua vida.
A página que começas a escrever,
já foi escrita há muito tempo.






Pearl






domingo, 24 de fevereiro de 2013

Medo




Quando me ponho a olhar para a frente, para os lados e mesmo para trás, fico cheia de medo.
Medo paralisante. Anestesiante. Debilitante.
E toda eu passo a ser só medo.












Pearl

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

A Eterna Forma de me Picar o Sangue



 
Não!
Não,
nada abalará a minha decisão.
Nada me afectará porque eu serei a Soberana desta vez.
Eu serei a dona desta morte.
Não vou permitir o som,
o cheiro,
a cor,
ou o olhar.
Nada me tocará porque retornei ao estado sólido.
Eu sou a rocha no meio de oceano.
Lembraste??
Eu sou o gelo no  meio do frio.
Eu serei alta como um cume impossível de escalar.
Deixa-te calar.
Deixa-me morrer.
Aqui a porta fechou-se por dentro
mas,
desta vez eu escondi a chave.
Nada, nada te darei.
Porque sou despojada de tudo e qualquer coisa.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Pearl
 
 
 
 
 
 
 
 
 

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

(isto sou eu, sendo Eu outra vez)

 
 
 
 
Pode-se dançar sem música
mas sem dança a música nunca terá movimento.
Eu sou mais ou menos uma dança
que não encontra a música certa para brilhar.
Ou mais ou menos um música
que não tem forma de ser dançada.
 
 
Mas ao invés de me sossegar
prefiro mover-me ao sabor da tal complexidade.
Eu sou o movimento.
Prefiro uma dança sem música do que assistir a uma morte anunciada.
Prefiro a música dum silêncio completamente livre,
que um som imposto sem silabas ou fonética.
 
 
 
E foi num desses compassos disléxicos,
num desses sonos sonâmbulos
que ouvi a melodia que me faz dançar agora.
Agora é o que importa.
Os dias passam suaves e a minha pele deixa-se aquecer de novo.
(Im healing myself).
A melodia é tão quente, como teimosa.
Tão obstinada como eu.
Se eu cair, a música não parará porque eu cai.
E quando eu me levantar ela não começará a tocar de novo.
Isto é:
Porque nunca terá deixado de tocar.
 
 
 
 
 
 
 
Pearl
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Turning Point




Sabem quando Algo muda tudo?
Quando o tudo passa a ser algo a ser feito? Sabem quando são os protagonistas?
Conhecem aquela expressão "what doesn't kill you makes you stronger" não é só um cliché para ajudar numa qualquer recuperação. É de facto verdadeira. Tudo o que cheira a morte, cheira a luta. E se não se morreu é porque escapamos. E melhor ainda será se for sem sequelas. Sequelas daquelas que só servem para atrapalhar o futuro.
Lembram-se de "Trust Builder" sim acho que sim, que a minha confiança solidificou-se. E o meu espelho adora que eu levante a camisola. E o meu peito enche-se de orgulho. Porque eu lembro-me precisamente do momento exacto em que disse a mim mesma eu vou ser isto. Entretanto o "isto" evoluiu para "aquilo" e agora "aquilo" é aquilo que quero. Confuso, sei que sim. Mas totalmente preceptivel a quem é atento.
Eu mereço cada bocadinho de confiança que vou ganhando, afinal eu todos os dias luto como se fosse o ultimo para tal.
Acreditem nada melhor que uma dor física para fazer atenuar uma dor mental/emocional. Nada melhor do que pensar para mim mesma: Eu hoje fodi aquela merda toda!








Pearl
 
 
 
 
 
 
 

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Absolutamente sem titulo

 
 
 
 
Nas infinitas conversas que mantenho comigo mesma.
Recordo-me por A mais B o facto que não são os outros que me mudam.
Sou eu que opto por já não ser isto ou aquilo.
Se eu não posso mudar alguém,
uma multidão também não me fará mudar.
E sendo eu o que sou, resta-me aceitar os outros como são.
 
Mesmo que não sendo já nada do que foram.
Mesmo que sejam a sombra do que eu imaginei.
Mesmo que me façam um alvo,
 quando eu apenas fui eu sinceramente.
 
Comiseração é algo que não me assiste.
Racionalidade, realidade dos factos existentes,
solidez sem dose de abstrato sim.
 
E, de facto só podemos aceitar o que entendemos
ou
o que nos é permitido entender.
 
 
 
 
 
 
Pearl
 
 
 
 

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Remember





"But don't you remember?
Don't you remember?
The reason you loved me before,
Baby, please remember me once more."





"When will I see You again?
You left with no goodbye, not a single word was said..."



"Why don't you remember?
Don't you remember?
The reason you loved me before,
Baby, please remember you you used to love me..."












 

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

O Último Silêncio

 
 
 
"It's like you're screaming, and no one can hear
You almost feel ashamed
That someone could be that important
That without them, you feel like nothing
No one will ever understand how much it hurts
You feel hopeless; like nothing can save you
And when it's over, and it's gone
You almost wish that you could have all that bad stuff back
So that you could have the good..."


Ora, o silêncio apesar de silencioso pode ter muitas interpretações. Pode ser interpretado como uma desconsideração desconforme e quase que desnecessária. Até porque a quebra dum silêncio é sempre positiva pelo menos para quem fica esclarecido.
Ora eu, que dou sempre o que tenho e posso, ver-me resumida ao mais profundo dos silêncios é muito constrangedor. Isto faz-me pensar de todas as vezes que hesitei, de todas as vezes que  avancei. Mas eu não hesitei nem avancei. Fui hesitada, avançada e agora esquecida numa qualquer prateleira do sótão da vida, qual boneca áurea no seu tempo mas, que se tornou entretanto obsoleta. E quem sabe até substituída.
Mas quero ressalvar que enquanto o jogo durou eu fui a peça consciente. Nunca cega ou omissa da minha condição.
O medo deste dia fez-me hesitar em enfrenta-lo e, feridas antigas foram abertas e sangram. (Porque numa vida inteira pode acontecer não termos cinco minutos para darmos a alguém.) Sangram mas não me doem como eu pensei que doessem. É o que é! Eu não sou um fantasma. Sou de carne e osso. Sou uma Mulher. Apenas isso e com tudo que isso encerra. Reportório não tenho mais. E os meus braços estão em baixo porque já não suporto mais tê-los abertos. Porque a minha pele não suporta mais não ser sentida e eu preciso de dormir. Preciso de mim novamente. Completa, inteira e disposta, porque um mundo morreu mas o meu persiste. A Luz apaga-se sem eu lhe ter tocado tão pouco. Não pude desmistificar mas, pude desiludir-me. O que não deixa de ser importante na decisão que nos foi imposta... No silêncio que me foi imposto. O meu sorriso é lindo demais para não se concretizar. O meu coração é imenso para eu o deixar murchar. E não fui eu que perdi. Não fui. Disso eu sempre soube. Nisso eu sempre acreditei. O que vem a seguir não sei. Mas nada é por acaso. Vou curar-me. Descansar. Talvez a única coisa que eu leve disto tudo. Será o porquê. Mas os porquês são perecíveis.
 
 
 
 
 
 
 
Pearl