segunda-feira, 8 de março de 2010

Até um dia :)


Pearl

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Quase no fim

(foto tirada com telemóvel por mim)
...

é como este blog se encontra. Não me despeço já, porque acho que ainda não estou preparada. Há fases a percorrer porque eu agarro-me muito, até a um simples blog.

Acho que quero um caderno novo, limpo, perfumado...e acima de tudo leve.



Este já se encontra quase no fim, em cima da secretaria com apenas três folhas por escrever...apenas três. O que lá escreverei não faço ideia.



Sei que está quase na hora de arruma-lo na velha prateleira.



Mas não ainda.


Pearl

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Casa.


Agora a frio...ou pelo menos mais morno... vejo-nos como dois miúdos. Em que tudo quiseram e com nada ficaram. O meu trauma permanece, a minha desilusão já parou de aumentar. Finalmente vou conseguindo arrumar a casa. Perdeu-se tanta coisa, tantos itens de valor inestimável, sou só eu nesta imensidão do meu ser. Por vezes reparo na solidão que se instala nesta minha casa como se dum fungo se tratasse e não posso pintar por cima, nem quero. É nela que me (re)construo. Amparada por tacos velhos de madeira que cheiram ao passado que já tenho.
Continuo sem entender, perscruto tudo ao mínimo detalhe. Qual o interruptor que me acendeu a desilusão? Qual o item que me feriu e eu não dei conta. Diz-me uma vez mais, eu ouvi mas o barulho do teu silencio cegou-me instrisecamente. Cansado-me profundamente o futuro de todos os meus anseios. Estragaste-me, instiguiste-me no que eu era e não consigo recuperar-me daquela forma. Onde é o meu lugar nesta casa que se arruma de forma já ordeira mas onde eu não me encaixo. Encerro-me nas palavras, porque elas entendem-me na perfeição e eu preciso delas para me fazer respirar este meu desassossego. Ajudam-me a subir os degraus duma recuperação que me exigiram rápida mas que não capaz de fazê-lo. Assumo fraquezas, assumo as piores memórias que me deste, essas as boas jazem num sótão esquecido e empoeirado. A chave guardo-a junto ao peito que me arrefece a pele. A aragem corre, lançado-me os cabelos à cara, cabelos que cresceram desgovernados num espelho que me garante a existência, eu estou lá reflectida por isso existo.
O recheio da minha "casa" está organizado, ainda sem cor, ainda sem vida ou música. Existe sim, mas ainda devagar. Com ela cresceu esta armadura que me defende de emoções rasteiras e inseguras. Mas já está lá. Se será o que já foi, é um mistério. Pelo menos não estou à chuva. Nem ao frio. Estou abrigada...

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Me, myself and I


ela- Miga estás de mal com o mundo?
eu- Não, estou a ser realista.

E não estou, estou bem e em paz com as minhas escolhas. E sorrindo, porque sou jovem, tenho saúde e pelas reacções sou bonita(ihihihih). Tenho auto estima, orgulho e mim. E serei sempre um ser exigente. É algo que não consigo mudar. Não estou habituada a migalhas. Vivi durante muitos anos com migalhas, engraçado que as pessoas com quem me vou cruzando nunca se interessaram minimamente pelo o meu passado. Aquilo que fui, fez de mim o que sou hoje. Talhou-me deste modo, nunca desperto curiosidade suficiente ao ponto de desejarem saber o meu longínquo passado, onde só houveram migalhas. E muitas promessas a mim mesma que na minha vida adulta eu seria sempre alguém que não se contentaria com restos. Deus ou o universo deu-me inteligência emocional para saber quando andar ou parar, e nela que confio sempre para me guiar. Por vezes deixo-me dominar por sentimentos menos nobres, mas são momentos, ocasiões...Coisas da humanidade que também reside em mim, apesar de por vezes ter a sensação que me vêm como alguém diferente. Onde se espera sempre as atitudes mais nobres...que eu nem sempre consigo ter.

Eu estou bem e feliz...e "de roda" duns bombons maravilhosos que me ofereceram no Natal ;) (portanto bem acompanhada).




Pearl

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Momentos Únicos...


...um brinde a eles. E claro sempre muito marafada ;)
Pearl

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Eu. Eu. Eu. Eu

Quero mais é ser feliz, muito feliz.
m
u
i
t
o
FELIZ

Pearl

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Prazos


Haverá prazo de validade para os sentimentos!? para os que sentimos e neste caso particular para os que nutrem por nós. Como é que uma amizade se quebra, e um amor morre? Considero esses os elementos mais fortes de todos os elementos que são as emoções e sentimentos. Mas não virão eles com prazo de validade estipulado, que vem sem aviso. Apenas o sabor amargo do afastamento nos traga na garganta. Ando completamente observadora desses comportamentos. Não me digam por favor para lutar, por que farta de lutas ando eu. E depois se os sentimentos apodrecem para quê lutar pelo o inanimado.


Sorrio, há que saber quando parar de lutar, há que ter uma certa dignidade até na hora do descarte.Os meus pensamentos fluem na perspectiva de saber o que eu faria se estivesse na posição oposta. Se não seria mais honrado dar uma explicação. Algo que justifique a quebra, uma tomada de partido, um outro interesse o que fosse mas uma justificação. Afinal já fomos importantes um dia, será que nem por esses dias já valemos uma mera frase justificativa. Para mim, quem vem não vem com prazo, até porque muitas vezes as pessoas "morrem" para mim mas o sentimento que nutria por elas prevalece e é isso que me desola, que me faz achar que não pertenço a este mundo de consumos rápidos e baratos.


Conheço cada sinal do "fim", cada palavra final numa amizade, cada hora vazia no termino dum amor...é mesmo assim, digo a mim mesma resignada. Há que respeitar e aceitar que tudo vem com um prazo validade.
Pearl

domingo, 10 de janeiro de 2010

No no

i m not
the
last
on
the
list.
Pearl

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

...


Quando nada mais resta...resta-nos os fins...o fim de tudo e de nada.

Beijos que não se deram, conversas que ficam por entoar and i m still the same old shit.


Este Inverno mata-me, não que seja a chuva, não que seja a tempestade mas ausência que me serve de penitencia e me gela de dentro para fora.
And i miss, i miss every single thing...




Pearl


quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

2010


Não sou nada boa a fazer balanços mas não podia deixar de passar por aqui nas ultimas horas de 2009.

Foi um ano bom com coisas muito más, mas isto de viver será sempre agridoce.

A todos os que por mim passaram e seguiram deixo um sorriso, e uma certeza que aprendi imenso, nem que seja a não cometer os mesmo erros. As feridas estão saradas e eu estou curada delas...

Aos que permanecem, só posso desejar que permaneçam, que nos riamos muito e que nos façamos muito felizes é que isto ainda agora começou.


Brindemos a 2010 que está quase aí. Ah e um beijo nessas bochechas.



:)


Pearl


domingo, 20 de dezembro de 2009

Natal :)


Podia estar aqui com uma lista de blás blás sobre o Natal, mas todos sabemos que o significado do Natal está perdido algures entre o consumismo e o dever social (eu incluída) . Debaixo da minha árvore estão dezenas de presentes (literalmente). Eu só ofereço a quem gosto, e só recebo de quem gosto também, tenho essa regra que me alivia a culpa de gastar tanto dinheiro nesta época.

Aos "meus" leitores, os que comentam, e os que ficam na sombra.

Os que gostam e os detestam.


Eu desejo um feliz Natal, cheio de saúde, comidinha e muitos mimos. E já agora bem quentinhos que o tempo entrou mesmo no espírito natalício.


Beijo em cada um de vôs.
Pearl

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Foda-se


Foda-se que mau que é começar uma publicação com tal vernáculo mas não me ocorre mais nada, a não ser foda-se mil vezes foda-se. Ainda me conseguem surpreender, estou fora de forma porque o meu olho tudo vê mas claramente encontra-se fundido. Viu, sim viu mas com tempos de atraso, tempos em que estive em desconforto mas em ingenuidade logo protegida.
E lá me vem aos lábios o meu foda-se, não sei se ria se chore, se corra se pare, se viva se morra...
Mas de facto tudo se conjuga não em tempos verbais mas substantivos comuns que teimo que se mexam no presente.Que falem no presente. Eu não julgo, eu não dou sentenças mas não será o pior cego aquele que não quer ver? E quem sou eu nesta frase? o cego ou aquele que não quer ver. O que sou eu nesta história? Nada me preparou para isto, nada. (Sorrisos) porque me sinto em estado de surpresa(s).
Foda-se se eu não fosse assim estas merdas não me aconteciam, culpo a minha personalidade num tempo em que tento a todo o custo ser leal a mim mesma. E cala-se a ironia, e cala-se a capacidade de destruir.
Vou contar um caso duma amiga que penso que ilustra bem este meu xurrilho de frases sem sentido.
No Natal ela ofereceu-lhe um casaco da Maximo Dutti, um dia, dois meses mais tarde ele ia com outra com o casaco vestido.
Se não fosse trágico seria irónico, e se não fosse irónico seria patético...foda-se.
Comigo não foi um casaco não.... nada material foi algo mais precioso, de valor inestimável.
Pearl
i need to heal myself





quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Sono


schhhhh...silencio.

ah e já agora um bom sonho que ando a precisar... de sonhar.

Pearl



domingo, 6 de dezembro de 2009

Lua Nova


Onde haja um vampiro ou um lobisomem eu estou lá, confesso-me uma fã da temática. Por isso lá fui eu ver o filme do momento. Bem mais adulto que o primeiro mas ainda a transpirar a teen. Seja como for gostei e valeu a pena esperar, se gostam do género é obrigatório.
Pearl

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Lividez quebrada


Quebro-te a lividez no primeiro olhar, esperançada de incendiar-te no primeiro toque.
É assim que te quero faminta, de tudo o que não te dei ainda.
Balbucio-te frases curtas, sangradas de todos os tempos que nos separam.
És frio e quente, doce e amargo eu sei, sei porque já senti...
És tão perfeita no percurso dos botões da tua camisa, descubro-te a pele branca que adoro, descubro o cheiro do teu perfume que tantas vezes imaginei, lambo-te os ombros depois de te afogar em beijos de saudade, és minha, docemente minha e estás feliz. Quero que perdure o momento.
Todas as nossas músicas tocam nas nossas mentes, embalando-nos para fora desta realidade tão contraditória, és mesmo tu, sou mesmo eu: somos mesmo nós que escrevemos a página dum livro que se queria fechado e esquecido. Mas que permanece em cima da mesa de cabeceira. As minhas lutas passam por não olhar para ele, mas ele abre-se diante dos meus olhos e já não consigo desviar o meu olhar dele. Retomo a tua pele, desço...beijo-te a barriga estendendo um dedo aos teus lábios que o molham, sinto o vibrar do corpo nas minhas mãos...
Nada nos quebra agora, porque unicamente só emana de nós a concretização dos mais secretos desejos, dos objectivos tão timidamente traçados.




(o tempo no meu caso nada fez às minhas verdades)
Pearl

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

the F word




Gostaria de tomar conhecimento da sensação de vazio posterior. Essa sim, seria digna de minha atenção.


Pearl (sem muita censura hoje)

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

(...)


Não serás tu uma parte da minha vida que fica por viver? Escrevo no presente porque é onde estamos temporalmente.
Porque é que eu sou sempre o gelo, se me sinto inflamar perante uma ausência que não pedi.
Basta de vitimizações, jamais te infligi golpes que não previsses, que já não fossem esperados.
Lidei com a maldade venenosa de te ver dizer adeus entre lamentações e infantilidades, coisa que admito que não consinto.
Não quebrei o meu impulso a ti... só não sei lidar com contradição, jamais serei capaz de fazê-lo, porque aquilo que piso tem que ser chão, o que respiro tem que me fazer viver não morrer.
Estou melhor porque estou em solitude, o meu estado natural, o estado em que mais me desenvolvo, observo aridamente o comportamento alheio... ainda me surpreendo. Outras enojo, pontualmente sorriu.
Todos os resquícios de passado que conseguem vir ao cima, são empilhados em tudo o que não foi, em tudo o que morreu sem nunca ter vivido.
Podes ver-me sempre que assim quiseres, podes espreitar o meu mundo, porque de facto é algo imenso na minha vida. Para ti só foi aberta uma janela, uma janela que não transpuseste, tu fechaste-a e eu tranquei-a (por dentro). São os percursos que tomamos...irrefutáveis.
Desejo-te nada, porque não tenho humanidade suficiente para te desejar o que for, nem bom nem mau, apenas nada. O nada que ainda não és...
Pearl

sábado, 21 de novembro de 2009

Teria

de bom grado férias...um pouco de silêncio, um pouco de prazer. E acho que me retemperava.


(sempre na companhia certa)


Pearl

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

...and I wish


..serões passados em conversas intermináveis.

conclusões inconclusivas.

Ter-te para mim numa solidão em espelho.

Perder-me nos teus caminhos que de tão negros me aliciam a visão.

É mesmo assim incisivamente que me manifesto.


Pearl