segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Momentos Únicos...


...um brinde a eles. E claro sempre muito marafada ;)
Pearl

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Eu. Eu. Eu. Eu

Quero mais é ser feliz, muito feliz.
m
u
i
t
o
FELIZ

Pearl

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Prazos


Haverá prazo de validade para os sentimentos!? para os que sentimos e neste caso particular para os que nutrem por nós. Como é que uma amizade se quebra, e um amor morre? Considero esses os elementos mais fortes de todos os elementos que são as emoções e sentimentos. Mas não virão eles com prazo de validade estipulado, que vem sem aviso. Apenas o sabor amargo do afastamento nos traga na garganta. Ando completamente observadora desses comportamentos. Não me digam por favor para lutar, por que farta de lutas ando eu. E depois se os sentimentos apodrecem para quê lutar pelo o inanimado.


Sorrio, há que saber quando parar de lutar, há que ter uma certa dignidade até na hora do descarte.Os meus pensamentos fluem na perspectiva de saber o que eu faria se estivesse na posição oposta. Se não seria mais honrado dar uma explicação. Algo que justifique a quebra, uma tomada de partido, um outro interesse o que fosse mas uma justificação. Afinal já fomos importantes um dia, será que nem por esses dias já valemos uma mera frase justificativa. Para mim, quem vem não vem com prazo, até porque muitas vezes as pessoas "morrem" para mim mas o sentimento que nutria por elas prevalece e é isso que me desola, que me faz achar que não pertenço a este mundo de consumos rápidos e baratos.


Conheço cada sinal do "fim", cada palavra final numa amizade, cada hora vazia no termino dum amor...é mesmo assim, digo a mim mesma resignada. Há que respeitar e aceitar que tudo vem com um prazo validade.
Pearl

domingo, 10 de janeiro de 2010

No no

i m not
the
last
on
the
list.
Pearl

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

...


Quando nada mais resta...resta-nos os fins...o fim de tudo e de nada.

Beijos que não se deram, conversas que ficam por entoar and i m still the same old shit.


Este Inverno mata-me, não que seja a chuva, não que seja a tempestade mas ausência que me serve de penitencia e me gela de dentro para fora.
And i miss, i miss every single thing...




Pearl


quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

2010


Não sou nada boa a fazer balanços mas não podia deixar de passar por aqui nas ultimas horas de 2009.

Foi um ano bom com coisas muito más, mas isto de viver será sempre agridoce.

A todos os que por mim passaram e seguiram deixo um sorriso, e uma certeza que aprendi imenso, nem que seja a não cometer os mesmo erros. As feridas estão saradas e eu estou curada delas...

Aos que permanecem, só posso desejar que permaneçam, que nos riamos muito e que nos façamos muito felizes é que isto ainda agora começou.


Brindemos a 2010 que está quase aí. Ah e um beijo nessas bochechas.



:)


Pearl


domingo, 20 de dezembro de 2009

Natal :)


Podia estar aqui com uma lista de blás blás sobre o Natal, mas todos sabemos que o significado do Natal está perdido algures entre o consumismo e o dever social (eu incluída) . Debaixo da minha árvore estão dezenas de presentes (literalmente). Eu só ofereço a quem gosto, e só recebo de quem gosto também, tenho essa regra que me alivia a culpa de gastar tanto dinheiro nesta época.

Aos "meus" leitores, os que comentam, e os que ficam na sombra.

Os que gostam e os detestam.


Eu desejo um feliz Natal, cheio de saúde, comidinha e muitos mimos. E já agora bem quentinhos que o tempo entrou mesmo no espírito natalício.


Beijo em cada um de vôs.
Pearl

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Foda-se


Foda-se que mau que é começar uma publicação com tal vernáculo mas não me ocorre mais nada, a não ser foda-se mil vezes foda-se. Ainda me conseguem surpreender, estou fora de forma porque o meu olho tudo vê mas claramente encontra-se fundido. Viu, sim viu mas com tempos de atraso, tempos em que estive em desconforto mas em ingenuidade logo protegida.
E lá me vem aos lábios o meu foda-se, não sei se ria se chore, se corra se pare, se viva se morra...
Mas de facto tudo se conjuga não em tempos verbais mas substantivos comuns que teimo que se mexam no presente.Que falem no presente. Eu não julgo, eu não dou sentenças mas não será o pior cego aquele que não quer ver? E quem sou eu nesta frase? o cego ou aquele que não quer ver. O que sou eu nesta história? Nada me preparou para isto, nada. (Sorrisos) porque me sinto em estado de surpresa(s).
Foda-se se eu não fosse assim estas merdas não me aconteciam, culpo a minha personalidade num tempo em que tento a todo o custo ser leal a mim mesma. E cala-se a ironia, e cala-se a capacidade de destruir.
Vou contar um caso duma amiga que penso que ilustra bem este meu xurrilho de frases sem sentido.
No Natal ela ofereceu-lhe um casaco da Maximo Dutti, um dia, dois meses mais tarde ele ia com outra com o casaco vestido.
Se não fosse trágico seria irónico, e se não fosse irónico seria patético...foda-se.
Comigo não foi um casaco não.... nada material foi algo mais precioso, de valor inestimável.
Pearl
i need to heal myself





quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Sono


schhhhh...silencio.

ah e já agora um bom sonho que ando a precisar... de sonhar.

Pearl



domingo, 6 de dezembro de 2009

Lua Nova


Onde haja um vampiro ou um lobisomem eu estou lá, confesso-me uma fã da temática. Por isso lá fui eu ver o filme do momento. Bem mais adulto que o primeiro mas ainda a transpirar a teen. Seja como for gostei e valeu a pena esperar, se gostam do género é obrigatório.
Pearl

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Lividez quebrada


Quebro-te a lividez no primeiro olhar, esperançada de incendiar-te no primeiro toque.
É assim que te quero faminta, de tudo o que não te dei ainda.
Balbucio-te frases curtas, sangradas de todos os tempos que nos separam.
És frio e quente, doce e amargo eu sei, sei porque já senti...
És tão perfeita no percurso dos botões da tua camisa, descubro-te a pele branca que adoro, descubro o cheiro do teu perfume que tantas vezes imaginei, lambo-te os ombros depois de te afogar em beijos de saudade, és minha, docemente minha e estás feliz. Quero que perdure o momento.
Todas as nossas músicas tocam nas nossas mentes, embalando-nos para fora desta realidade tão contraditória, és mesmo tu, sou mesmo eu: somos mesmo nós que escrevemos a página dum livro que se queria fechado e esquecido. Mas que permanece em cima da mesa de cabeceira. As minhas lutas passam por não olhar para ele, mas ele abre-se diante dos meus olhos e já não consigo desviar o meu olhar dele. Retomo a tua pele, desço...beijo-te a barriga estendendo um dedo aos teus lábios que o molham, sinto o vibrar do corpo nas minhas mãos...
Nada nos quebra agora, porque unicamente só emana de nós a concretização dos mais secretos desejos, dos objectivos tão timidamente traçados.




(o tempo no meu caso nada fez às minhas verdades)
Pearl

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

the F word




Gostaria de tomar conhecimento da sensação de vazio posterior. Essa sim, seria digna de minha atenção.


Pearl (sem muita censura hoje)

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

(...)


Não serás tu uma parte da minha vida que fica por viver? Escrevo no presente porque é onde estamos temporalmente.
Porque é que eu sou sempre o gelo, se me sinto inflamar perante uma ausência que não pedi.
Basta de vitimizações, jamais te infligi golpes que não previsses, que já não fossem esperados.
Lidei com a maldade venenosa de te ver dizer adeus entre lamentações e infantilidades, coisa que admito que não consinto.
Não quebrei o meu impulso a ti... só não sei lidar com contradição, jamais serei capaz de fazê-lo, porque aquilo que piso tem que ser chão, o que respiro tem que me fazer viver não morrer.
Estou melhor porque estou em solitude, o meu estado natural, o estado em que mais me desenvolvo, observo aridamente o comportamento alheio... ainda me surpreendo. Outras enojo, pontualmente sorriu.
Todos os resquícios de passado que conseguem vir ao cima, são empilhados em tudo o que não foi, em tudo o que morreu sem nunca ter vivido.
Podes ver-me sempre que assim quiseres, podes espreitar o meu mundo, porque de facto é algo imenso na minha vida. Para ti só foi aberta uma janela, uma janela que não transpuseste, tu fechaste-a e eu tranquei-a (por dentro). São os percursos que tomamos...irrefutáveis.
Desejo-te nada, porque não tenho humanidade suficiente para te desejar o que for, nem bom nem mau, apenas nada. O nada que ainda não és...
Pearl

sábado, 21 de novembro de 2009

Teria

de bom grado férias...um pouco de silêncio, um pouco de prazer. E acho que me retemperava.


(sempre na companhia certa)


Pearl

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

...and I wish


..serões passados em conversas intermináveis.

conclusões inconclusivas.

Ter-te para mim numa solidão em espelho.

Perder-me nos teus caminhos que de tão negros me aliciam a visão.

É mesmo assim incisivamente que me manifesto.


Pearl

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Magnetic


Fly with me...

coisa perfeita que o universo me mostrou...

Sombras em que mal te vejo, mal te pressinto, ar em que flutuas presente, numa corrente de ar que me arrefece a alma e me ferve no corpo.

Tudo isto és tu...pura, da mais pura inspiraçao.
Pearl

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Not so lucky

Só na hora de me despedir é que me apercebi que tive um trevo de quatro folhas em minha casa, constato que ironicamente não me deu qualquer tipo de sorte... já não o tenho.


Pearl

domingo, 15 de novembro de 2009

Não tarda.

Não tarda
serás nota musical que se desvanece.
Serás fim de festa que vai morrendo.
Não evito que te tornes passado sem possibilidade de presente.
Não demorando serás bilhete esquecido no fundo duma qualquer caixa de memórias.
Serás a mais leve cicatriz que ostento, serás como olhar para trás.
Lentamente o desespero cura-se, deixando-me leve.
A onda que se desvanece na minha praia, serás calmaria sem vento que te consiga dar ritmo.Todas as tempestades terminam.Não és excepção.
Deixarás de ser palavra na minha boca, sem som, votado ao esquecimento
Quem sabe ainda te transformes em sorriso, quando tudo passar, quando finalmente o tempo for eficaz, e estares de certa forma inerente ao meu ensinamento.


Não tarda serás nada, normalmente é o que acontece com quem já foi tudo.
Pearl


sexta-feira, 13 de novembro de 2009

On my own

O auto conhecimento permite-nos evitar erros, e um deles é magoar os outros pelo profundo desconhecimento de nós próprios.
Eu estou cansada de tentar perceber os outros, de tentar analisar o "porquê" de certas atitudes, Os outros são o que são e eu sou o que sou, (aqui toca Clã que eu gosto imenso. Talvez pela poesia ou pela verdade que me transmite. Todos nós temos um problema de expressão).
Com isto tudo tenho-me perdido de mim, do que sou, é necessário voltar a casa, aligeirar o passo, eu tenho a vida toda não é verdade?Tenho-me sentido doente fisicamente até. E sei que tenho que parar de me tentar adaptar, de ser diplomata, de ser o que esperam de mim. Até porque eu nada devo a ninguém.
Na minha mente há uma questão premente, como é que se magoa algo já profundamente magoado?! É tudo uma questão de falta de sensibilidade e muitas vezes maturidade ou ainda objectividade. Sei que são três palavras dificies de executar e qualquer coisa nos turva a mente. Mas há que existir esse esforço.
Numa conversa com um amigo (espero que me perdoe a indiscrição) há uns tempos, lhe dizia que haverá sempre mortes à nossa passagem, a de outros e quando assim não for a nossa própria. Há sempre o desfalque da consequencia. Será que nos iludem? Ou somos nós que nos iludimos a nós mesmos e vemos o que mais gostamos unicamente. Sou uma romântica bem sei, uma crente mas sinto-me desacreditada no ser humano, como faço para superar isso? Se é que existe superação alguma.
Resta-me reestabelecer a mente e o corpo. E como diz a minha irmã de dezassete anos "sim doí mas não mata!".
Pearl